Opinião

Fabíola Cardoso

Ecovia do Tejo: um caminho de esperança

A ONU instituiu o dia 3 de junho como Dia Mundial da Bicicleta. Foi este o dia escolhido pelo Bloco de Esquerda para divulgar a proposta legislativa que defende a criação da Grande Ecovia do Tejo: um percurso ciclável e pedestre, de Espanha a Lisboa, junto ao rio Tejo.

Fabíola Cardoso

Um caminho interrompido

O primeiro ano foi complicado, porque era o primeiro: tudo novo, diferente, grande. Mas foi! O segundo… bem o segundo foi o Covid. Tod@s sabemos como foi terrível. Mas foi!! Seria agora, mais calmo, mais prazeiroso, com maior profundidade. Só que não! Pela primeira vez na história da nossa democracia, o chumbo de um Orçamento de Estado levou à queda do Governo e à marcação de eleições antecipadas.

Fabíola Cardoso

Balanço do mandato e expectativas para o novo ano

Apesar de todas as limitações causadas pela pandemia Covid 19, foram tantas e tão variadas as áreas de trabalho, as perguntas ao Governo sobre os problemas locais, as propostas concretas, as iniciativas legislativas… que o balanço só pode ser muito positivo.

 

Resoluções Mesa Nacional

O secretariado da Comissão Coordenadora Distrital (CCD) do Bloco de Esquerda de Santarém tomou conhecimento, através da comunicação social, do acordo existente entre o Bloco de Esquerda, o Partido Social Democrata, ALTERNATIVAcom e o Chega para apresentar lista alternativa à do PS, para representação da Assembleia Municipal de Abrantes na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

A CCD de Santarém não foi consultada nem se revê em qualquer acordo formal ou informal com partidos de direita, distanciando-se da decisão de integração de listas, ou ações que apoiem ou promovam políticas de direita em qualquer contexto.

Neste sentido o secretariado da CCD de Santarém reprova o acordo na Assembleia Municipal de Abrantes assim como o levado a cabo na freguesia de Alvega e Concavada, no concelho de Abrantes, que num entendimento com o PSD inviabilizou uma solução à esquerda provocando eleições intercalares para a respetiva União de Freguesias. 

Pelo Secretariado distrital da CCD de Santarém

Realizou-se no passado sábado, dia 13 de dezembro mais uma consulta aos aderentes do Bloco de Esquerda do distrito de Santarém, por ocasião da eleição da nova Comissão Coordenadora Distrital. Estando a votação duas listas, saiu vencedora a lista A encabeçada pelo atual coordenador Luís Gomes cerca de 64% dos votos expressos pelos aderentes.

Com 17 aderentes eleitos, a composição da futura Comissão Coordenadora Distrital ficou assim composta:

Pela lista A foram eleitos, Luís Gomes, Ana Sofia Ligeiro, Carlos Matias, Paulo Marques, Maria da Luz Lopes, Sérgio Filipe, Pedro Grave, Conceição Anjos, Francisco Colaço, Carlos Marecos e Joana Patrocínio.

Pela lista B foram eleitos Ana Rita Filipe, Ana Maria Costa, Armindo Silveira, Francisco Cordeiro, Fabíola Cardoso e Luís Grácio.

A tomada de posse será anunciada em data oportuna.

No próximo sábado, dia 11 de dezembro realizar-se-á mais uma eleição da Comissão Coordenadora Distrital de Santarém

As listas e os respetivos programas são os abaixo discriminados:

Realizou-se no passado sábado, dia 20 de novembro, a Assembleia Distrital de aderentes do Bloco de Esquerda, na Casa do Brasil em Santarém. Estando a votação duas listas, encabeçadas pelas aderentes Ana Sofia Ligeiro e a outra pela aderente Fabíola Neto Cardoso, foi eleita pelo plenário de 119 votantes a lista A com 74 votos, enquanto a lista B teve 44 votos e houve um voto nulo.

Em consequência a lista proposta pela Assembleia Distrital de aderentes do Bloco de Esquerda aos órgãos nacionais é constituída pelos seguintes elementos: Ana Sofia Ligeiro, Sandrina Espiridião, Paulo Marques, Luís Gomes, Conceição Anjos, Henrique Leal, Maria da Luz Lopes, Tiago Carvalho, Joana Patrício, Jorge Silva, Inês Marques, Francisco Colaço, Micaela Morgado e Miguel Oliveira.

Comissão Coordenadora Distrital – Mandato 2019/2021

Nestes dois anos de mandato da Comissão Coordenadora Distrital (CCD) de Santarém do Bloco de Esquerda, prestamos contas da forma e do conteúdo, da resposta aos desafios políticos colocados, mas também aos condicionalismos que a pandemia trouxe, nos últimos 20 meses (de um total de 24 meses de mandato). Estas foram as nossas prioridades nas respostas à crise na área da saúde, a nível social e económico.

Contribuíram para este trabalho e esta dinâmica, com o seu esforço cada elemento da CCD, bem como muitos autarcas, aderentes, ou simples simpatizantes que nos ajudaram com o seu ativismo e a nós se juntaram para novas e velhas reflexões sobre a condição de luta e defesa de ideias e projetos, dando corpo a uma verdadeira política distrital de transformação da nossa sociedade.

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