Opinião

Carlos Matias

O populismo também é incendiário

O populismo insinua-se na análise das causas e das soluções para os incêndios rurais; simplifica o que é complexo, apontando uns quantos “culpados”, apregoa umas receitas de cartilha, elide os interesses em confronto e foge à definição concreta do conteúdo das “reformas” por fazer. Ora, aqui é que “bate o ponto”….

José Manuel Pureza

Uma nova respiração

Há movimento social em Portugal. A manifestação de jovens na Avenida da Liberdade contra a violência racista, a greve feminista e a greve estudantil pelo clima mostram essa nova vitalidade do movimento social, a sua criatividade propositiva e a sua determinação transformadora. E, mais que tudo, têm a força irreprimível da juventude.

Francisco Cordeiro

Vida ou lucro?

A polémica sobre a Celtejo foi-se diluindo com o tempo, mas os problemas de poluição no rio Tejo têm persistido.

 

Resoluções Mesa Nacional

Em junho passado foi inaugurada uma empresa no concelho de Vendas Novas, distrito de Évora

- a Extraoils – Oils 4 The Future, Lda.. Esta inauguração teve a participação do Governo através do Secretário de Estado para a Valorização do Interior, João Catarino.

A atividade desta empresa é a compra e venda de óleos vegetais, fabricação de biodiesel, fabrico de óleos vegetais, reciclagem de óleos e gorduras.

Os empresários são o senhor Pedro Silva e senhora Ana Silva, conhecidos na região de Torres Novas por Pedro Gameiro e Ana Gameiro, administradores da empresa Fabrióleo.

O BE requereu a apreciação parlamentar do Decreto-Lei nº 27/2020, de 17 de junho, que altera a Orgânica das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, apresentando várias considerações que justificam o propósito do apresentado. Enquadrando a entidade sobre o qual se pretende fazer alterações orgânicas, importa dizer que as CCDR são organismos periféricos da administração central sob a tutela de ministérios das áreas da Coesão Territorial, Ambiente e Autarquias Locais, que gerem fundos comunitários, prestam apoio técnico às autarquias e associações de desenvolvimento regional. Com este decreto corremos sérios riscos de partidarizar todo este modo de funcionamento.

O Bloco de Esquerda acompanha de perto os incidentes ambientais no distrito de Santarém, as ocorrências de descarga de efluentes, no solo ou em meio aquático, as emissões gasosas e a deposição ilegal de resíduos continuam a fazer parte das notícias diárias.

A comissão coordenadora distrital do Bloco de Esquerda, que reuniu recentemente com a Administração Hidrográfica do Tejo para compreender as maiores dificuldades em matéria de controlo dos agentes poluidores, identifica melhorias esporádicas na qualidade ambiental do distrito, mas lamenta que se conheçam recorrentes atropelos às normas ambientais.

O Bloco de Esquerda questionou o Ministro do Ambiente e Ação Climática, com base numa noticia do Bloco Salvaterra, (que podem ler aqui https://salvaterrademagos.bloco.org/content/executivo-esbanja-orcamento-em-empresa-que-viola-direitos-dos-trabalhadores) acerca do mau serviço fornecido pela empresa Ribatejana Verde, nomeadamente no constante incumprimento, supressão de carreiras de forma aleatória, não cumprindo os contratos de serviço público, sem garantindo regras de segurança e higiene essenciais nesta fase da pandemia.

A Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Santarém reuniu no dia 22 de junho com a Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) para acompanhar a situação da qualidade desta massa de água.

Teve lugar a reunião de avaliação do período de pandemia do Covid-19 entre a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e o Bloco de Esquerda - Santarém, a pedido deste último órgão. 

Na sequência do lançamento, a nível nacional do site despedimentos.pt, de iniciativa do Bloco de Esquerda para denúncia de situações de abuso nesta fase de pandemia, foram analisados 4 casos no distrito, dos quais ou a ACT não tinha conhecimento (a empresa Valpiel, comércio de couros, de Alcanena), ou cujos elementos de analisados ficaram aquém do conteúdo das denúncias registadas no site. Em qualquer dos casos, a ACT ficou com o teor integral das denúncias e procederá em consequência de acordo com as normas que regem aquela entidade. A SOHI MEAT SOLUTIONS (do grupo Sonae) e a FILSTONE, que possui atividade em Fátima, mas também em Alcanede são duas empresas já fiscalizadas, e PANPOR, de Rio Maior, foi alvo de ação inspetiva e aguarda-se o respetivo relatório de fiscalização. 

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